terça-feira, 28 de janeiro de 2014

CONTEÚDO BÔNUS: THE WHITE QUEEN - Philippa Gregory

O conteúdo desta postagem foi retirado do livro 'The White Queen', da autora Philippa Gregory, e traduzido de forma independente. O uso desta tradução deve ser creditado a este blog.

NOTA DA AUTORA

Philippa Gregory by Santi U
Este novo romance, o primeiro de uma série sobre os Plantagenets, surgiu da minha descoberta sobre uma das mais instigantes e interessantes rainhas da Inglaterra: Elizabeth Woodville. A maior parte da história que conto aqui é composta de fatos, e não ficção - ela viveu longe bastante até da minha imaginação! Ela de fato era uma linda e famosa descendente dos Duques de Burgundy, que acreditavam ser descendentes de Melusina, a deusa-água. Quando descobri este fato eu percebi que em Elizabeth Woodville, uma rainha indesejada, eu poderia reescrever a história de uma rainha da Rainha da Inglaterra que era descendente de uma deusa e foi acusada de bruxaria.

Dado meu interesse próprio pela visão medieval da magia, do que isso diz sobre o poder das mulheres, e o preconceito que havia para com mulheres poderosas, eu soube que este seria um terreno rico para mim como pesquisadora e escritora - e assim foi.

THE WHITE QUEEN (The Cousins' War, #1) - Philippa Gregory



Uma breve explicação para compreender The White Queen

Tudo começou próximo do fim da Guerra dos Cem anos quando Henry VI, com apenas meses de idade, ocupou o trono da Inglaterra. Foi coroado aos oito anos e depois de muito tempo governando e casado com Margaret of Anjou a sanidade mental de Henry, devido a instabilidade política do país, se tornou uma questão duvidosa para o Conselho Real. Muitos acreditavam que Henry não servia para um cargo de tal importância e que sua esposa havia se tornado a verdadeira mão por detrás das decisões do reino.

E então, vários nobres resolveram apoiar apoiar a Casa York para governar o país e substituir Henry - pois qualquer coisa seria melhor que ter um rei Lancaster desequilibrado e manipulado pela esposa.
O fato não passou despercebido pelo rei Henry, e então ele nomeou Richard Plantagenet, o duque de York, como regente até que se tornasse novamente capaz de governar. Uma vez recuperado, Henry retirou todos os poderes anteriormente dados ao Duque de York, e assim se abriu o confronto entre as Casas York e Lancaster.

Passado alguns anos, muitos conflitos e a sanidade mental de Henry ainda em questão, Richard de York junto com Richard Neville, o conde de Warwick, confrontaram o rei até que o exército do mesmo esmagasse as forças do lado York e Richard fosse eliminado, deixando apenas Warwick - que futuramente seria conhecido como o Criador de Reis e ajudaria o herdeiro de Richard a traçar seu caminho até o trono, finalmente tirando Henry da jogada.

quinta-feira, 23 de janeiro de 2014

@MOR - Daniel Glattauer

 
@mor (Gut Gegen Nordwind, no original; Contra o Vento do Norte, na tradução livre) conta a história do desenrolar de um relacionamento virtual inusitado: um e-mail enviado por engano, devido a um simples erro ortográfico, vai parar na caixa de entrada de Leo Leike. Emmi Rothner queria apenas cancelar a assinatura de uma revista. Leo a responde contando que ela não é a primeira pessoa a cometer o mesmo erro e enviar e-mails de cancelamento por engano. Emmi, pede desculpas mas, sem querer, acaba adicionando o endereço de Leo a uma lista de destinatários desejando boas festas. Leo mais uma vez responde, e seu uso espirituoso das palavras se torna um grande atrativo para Emmi.

A partir daí, um relacionamento entre esses estranhos se inicia e se estende por meses. Sem nem ao menos conhecerem o som da voz ou a aparência um do outro, segredos são trocados e a paquera e ansiedade por um novo e-mail é presente a todo momento.

Emmi e Leo se veem engajados nesse passatempo virtual, mas chega um ponto em que a curiosidade de ambos os faz querer um encontro. O único problema é: estarão eles prontos para encarar a realidade? E se as expectativas criadas estiverem muito além da realidade desta fantasia em forma de palavras? E como lidar com isso quando a vida real está acontecendo offline?