terça-feira, 20 de maio de 2014

DANGEROUS CREATURES (prólogo)



Oi genteeeeee! Hoje, 20/05/2014 é um dia muito especial porque é o lançamento do primeiro livro da série spin-off de Beautiful Creatures: Dangerous Creatures.

Pra quem ainda não sabe, Dangerous Creatures traz o que acontece depois da formatura na Stonewall Jackson High e os personagens principais desse livro são, ninguém mais, ninguém menos que um dos casais literários mais engraçados da literatura sobrenatural YA: Link e Ridley Duchannes! <3

Apesar de hoje ser o lançamento e tudo o mais, ainda não pude comprar meu exemplar (que, obviamente, já está à venda no amazon.com), e vou ter que esperar até o mês que vem. Enquanto isso acho que vou lendo uma cópia em ebook mesmo. 

Enfim. Minha felicidade é tanta que resolvi traduzir o prólogo do livro e compartilhar aqui com vocês.

Pra quem está se perguntando, o livro até agora não tem previsão de lançamento em português, mas, provavelmente, assim como a série anterior, será lançado pela Galera Record.


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ANTES

Ridley

Existem apenas dois tipos de Mortais na pequena cidade de Gatlin, na Carolina do Sul - os burros e os empacados. Pelo menos é o que dizem.
     Como se tivesse outros tipos de Mortais em qualquer lugar.
     Por favor.
     Por sorte, há apenas um tipo de Sirena, não importa onde você vá nesse mundo ou no Outro Mundo.
     Empacada, não.
     Presa? Talvez.
     Burra? 
    É tudo uma questão de perspectiva. Aqui está a minha: já me chamaram de muita coisa, mas o que eu realmente sou é uma sobrevivente - e enquanto existem poucas Sirenas burras, existem zero sobreviventes burros.
     Considere o meu recorde. Eu durei mais tempo que Conjuradores das Trevas e criaturas vivas. Eu resisti por meses à escola Stonewall Jackson. Além disso, sobrevivi a milhares de péssimas canções de amor escritas por um Wesley Lincoln, um Mortal sem noção que se tornou um quarto de Incubus sem noção. E quem, por acaso, não é o músico mais talentoso. 
     Por um tempo, sobrevivi querendo escrever a ele minha canção de amor. 
     E isso foi o mais difícil. 
    O ritmo das Sirenas é pra ser uma rua de uma só via. Pergunte a Odisseu e a marinheiros mortos há mais de dois mil anos se você não acredita. 
    Nós não escolhemos pra ser desse jeito. Foram as cartas que me nos deram, e você não irá me ouvir choramingando sobre isso. Não sou minha prima Lena.
     Vamos esclarecer as coisas: eu sou a vilã. Eu sempre vou te desapontar. Seus pais vão me odiar. Você não deve torcer pra mim. Não sou um exemplo a ser seguido. 
     Não sei porque todo mundo parece esquecer isso. Eu nunca esqueço. 
    Não importa o que ela diga, Lena nasceu pra ser da Luz. Eu nasci pra ser das Trevas. Respeitem os times, pessoal. Pelo menos aprendam as regras.
     Meus próprios pais me deserdaram quando as Trevas me invocaram como uma Sirena na minha Décima Sexta Lua. Desde lá, nada mais me abala - nada nem ninguém. 
   Eu sempre soube que meu encarceramento no sanatório que meu tio Macon chama de Mansão Ravenwood foi só um pit stop no caminho para algo maior e melhor, minhas duas palavras favoritas. Na verdade, isso é uma mentira. 
     Minhas duas palavras favoritas são meu nome, Ridley Duchannes
     Porque não seriam? 
     Claro, Lena leva o crédito por ser a Conjuradora mais poderosa de todos os tempos. 
   Que seja. Isso não faz de mim menos excelente. Nem mesmo ao seu namorado-Mortal-bom-demais-pra-ser-verdade, Ethan "O Obstinado" Wate, que derrota as Trevas todos os dias da semana em nome do amor verdadeiro. 
     E daí? 
     Eu jamais seria perfeita. E acho que isso já deveria estar claro até agora. 
     Já fiz minha parte e até joguei minhas cartas na mesa quando tive que jogar. Apostei o que eu não tinha e blefei até ter. 
    Link uma vez disse: Ridley Duchannes é sempre um jogo de jogar. Eu nunca o disse, mas ele estava certo. 
     O que há de tão ruim nisso? Eu sempre soube que teria que jogar em vez de ficar só olhando. 
     Exceto uma vez. 
     Havia um jogo do qual eu me arrependia. Pelo menos, um no qual eu me arrependo de ter perdido. E um Conjurador das Trevas para o qual me arrependo de ter perdido. 
     Lennox Gates. 
     Duas fichas. É o que eu lhe devia, e foi o suficiente pra mudar tudo. Mas estou me adiantando. 
    Tudo começou muito antes disso. Haviam débitos de sangue a pagar - embora desta vez não deviam ser pagos pela minha prima e seu namorado.
     Ethan e Lena? Liv e John? Macon e Marian? 
     Não tem nada a ver com eles. Isso é sobre Link e eu.
    Eu já devia saber que não sairíamos dessa facilmente. Nenhum Conjurador foge da briga, mesmo quando você pensa que a briga acabou. Nenhum Conjurador te deixa correr até o pôr-do-sol num estúpido unicórnio branco ou no lata velha do seu namorado.
     Qual o final dos contos de fada de um Conjurador?
     Eu não sei, porque Conjuradores não têm contos de fada - especialmente os das Trevas. Esqueça o pôr-do-sol. O castelo inteiro queima até o chão com o Príncipe Encantado lá dentro. E aí vem os Sete Anões dando uma de ninjas e chutam sua bunda pra fora do reino.
     Assim que são contos de fada de um Conjurador das Trevas.
     O que eu posso dizer? A vingança é uma vadia.
     Mas aí é que está:
     Eu também sou.
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OLHA SÓ QUE ARRASOOOO!
Mal posso esperar pra ter esse livro em mãos <3
Vamos aplaudir porque ela merece.

3 comentários:

  1. Gente se o prologo já e bom imagina o livro inteiro.Dangerous Creatures!!!!!!!!!!!!!!!!!

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  2. Allison, como você aprendeu inglês?
    Tenho muita vontade de aprender porque muitas vezes (ou todas as vezes) os livros no idioma original são bem melhores do que traduzidos. Gostaria que você me desse uma dica. ;)

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